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NÚCLEO SÃO PAULO

Apesar de existir algumas políticas preventivas, a contenção da epidemia entre HSH tem sido limitada, em especial aqueles com menos de 25 anos de idade. 

Isto pode ser observado em diversos países, inclusive no Brasil. O risco de se adquirir o HIV nesta população continua alto comparado com outras populações.

 Dentre os fatores que potencialmente explicam estas diferenças encontram-se:

Uso ou abuso de substâncias

Estigma e Discriminação

Comportamento sexual

Barreira de acesso à serviços

A epidemia de AIDS no Brasil se caracteriza como concentrada, a taxa de prevalência do HIV global é menor de 1% e taxa em grupos específicos mais vulneráveis fica acima de 5%. Dentre estes, os homens que fazem sexo com outros homens (HSH) têm sido desproporcionalmente afetados pela infecção pelo HIV.

Em um estudo realizado em dez cidades Brasileiras em 2010, a prevalência ponderada do HIV foi 11,1% com grande variação entre as cidades, de 3%, em Santos, a 18%, no Rio de Janeiro.

De forma semelhante foi alta a prevalência ponderada de sífilis de forma global (14,5%) também apresentando grande variação entre as cidades, de 3%, em Campo Grande, a 22%, no Rio de Janeiro 

Este presente estudo ocorreu em 2016 em 12 municípios brasileiros teve como objetivo estimar a prevalência da infecção pelo HIV, da sífilis e das Hepatite B e C entre homens que fazem sexo com homens (HSH) no Brasil, e avaliar os conhecimentos, atitudes e práticas sexuais nesta população a fim de subsidiar as políticas públicas de prevenção e assistência nesta população específica no país.

Pesquisadora principal:

Lígia Kerr

Universidade Federal do Ceará

Campo São Paulo:

Maria Amélia Veras (NUDHES) 

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo